Suspeito foi localizado após buscas e preso um dia depois do crime; criança de 6 anos foi resgatada em segurança
Homem foi preso durante ação conjunta das polícias Civil de Minas Gerais (PCMG) e Militar (PMMG) (Foto/Reprodução)
Um homem de 44 anos foi preso suspeito de matar a facadas a ex-companheira, de 32, na frente do filho do casal, de 6, no bairro Maravilha, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, no último domingo (15/3). Após o crime, ele fugiu levando a criança, mas foi localizado e detido na segunda-feira (16/3), no bairro Tocantins, durante ação conjunta das polícias Civil de Minas Gerais (PCMG) e Militar (PMMG).
Segundo as investigações, a vítima foi atacada em frente à própria casa. Após desferir diversos golpes de faca contra a mulher, na presença do filho do casal, de 6 anos, o homem fugiu levando a criança.
Assim que foram acionadas, equipes das polícias Civil e Militar iniciaram buscas pelo suspeito. A partir da análise de imagens de câmeras de segurança e de levantamentos de inteligência, os policiais conseguiram identificar o veículo utilizado na fuga e mapear possíveis rotas percorridas.
O menino foi encontrado na casa de uma conhecida do investigado, que relatou ter recebido a criança na manhã de segunda-feira. Com base nas informações, as equipes intensificaram as buscas no bairro Tocantins.
Com apoio aéreo da Polícia Militar e uso de drone da Polícia Civil, foi montado um cerco em uma residência onde o suspeito estaria escondido. Ao perceber a presença policial, ele tentou fugir pulando muros e se escondendo em um lote vago, mas acabou localizado e preso em flagrante.
Com o homem, os policiais apreenderam um boné identificado nas imagens de videomonitoramento como o utilizado no momento do crime. O veículo usado na fuga também foi encontrado e apreendido.
A criança foi entregue aos cuidados de familiares maternos, e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
A ação foi coordenada pela equipe responsável pela investigação de homicídios em Uberlândia e pelo 32º Batalhão da Polícia Militar. A Polícia Civil segue com as investigações para a completa elucidação dos fatos.
Fonte: O Tempo