POLÍCIA

Mãe e companheira matam e esquartejam filho de 9 anos no Distrito Federal

As suspeitas dividiram o corpo da criança e colocaram dentro de duas mochilas e uma mala

Publicado em 01/06/2019 às 18:08Atualizado em 17/12/2022 às 21:21
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Foto reprodução

Duas mulheres foram presas em flagrante neste sábado (01) em Brasília. Ambas são investigadas pela morte de uma criança de 09 anos, crime cometido no bairro Samambaia. Uma das acusadas, de 27 anos, é mãe da vítima e a outra, de 28 anos, companheira dela.

O Conselho Tutelar informou a imprensa de que o menino dormia, quando foi atingida com a primeira facada no peito, em seguida, a criança foi atingida com diversas facadas, inclusive no rosto. As suspeitas tentaram queimar os restos mortais em uma churrasqueira, mas desistiram por causa da fumaça. Além disso o corpo ainda foi esquartejado e dividido em duas mochilas e uma mala.

Após o crime, uma das mulheres seguiu com a mala até um bueiro da quadra 425, onde jogou parte do corpo da criança. Jovens que jogavam futebol no lugar acharam a atitude dela suspeita e apontaram a casa dela ao serem abordados por policiais militares. Na residência, em duas mochilas escolares, os policiais encontraram o restante do corpo.

De acordo com a indicação, tudo indica que elas começaram a agredir a criança antes. Há um ano, elas teriam cortado o pênis do garoto. O Conselho Tutelar foi acionado para apurar o caso.

Havia passagens bíblicas pintadas na parede da casa e os investigadores chegaram a suspeitar que pudesse se tratar de um caso de magia negra, mas a apuração não encontrou elementos que pudessem embasar a suspeita.

De acordo com o delegado adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, o crime foi planejado. Na véspera, as mulheres compraram a faca utilizada e o carvão para acender a churrasqueira. Ao prestar depoimento, elas confessaram o crime.

"A mãe afirmou que o menino era a fonte de todos os problemas. Ela o vinculava com o pai, que havia maltratado muito ela. Elas planejaram matá-lo para começar uma vida nova sem ele", afirmou. As duas mulheres mudaram-se para Brasília há cerca de 2 anos. Elas moravam no Acre e dizem que fugiram justamente porque Rosana, a mãe, sofria abusos e agressões do pai do menino.

Outra criança vivia com as mulheres. Ainda segundo o órgão, as crianças estavam sem estudar há dois anos e as mulheres não tinham a guarda legal delas, sendo consideradas fugitivas.

*Com informações do Correio Braziliense 

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