Acompanhada de representantes do Conselho Tutelar, mulher, de 30 anos, comparece a plantão policial relatando que o filho, de oito anos, havia sido estuprado.
De acordo com o relato da mulher, no domingo (2), por das 10h, foi dar banho no filho e, ao lavar a parte das nádegas, percebeu que na região do ânus da criança haviam verrugas, razão pela qual imediatamente levou seu filho ao pronto socorro local para ser atendido e averiguar a origem das lesões e/ou doença.
Ela exigiu a presença do conselho tutelar assim que chegou na sede da unidade de saúde. Mãe apresentou uma "guia de consulta ambulatorial intermunicipal", emitida por um médico "descrição do diagnóstico": "lesão por hpv". Na posse da guia, buscou atendimento ontem tendo sido atendida no hospital das clinicas.
Ainda segundo a responsável pelo menino, os retornos de atendimento estão previstos para 17 de outubro e 08 de novembro.
Por sua vez, como a criança começou a apontar indícios de ter sido estuprada, estando acompanhada pelo Conselho da Criança e do Adolescente, foi encaminhado ao setor de psicologia.
Na presença das conselheiras, criança relatou "que há uns oito dias estava na rua e foi chamado por "Bolo" que
ofereceu R$10,00 para ir para dentro da casa de "bolo" e quando entrou, "bolo" disse daria o dinheiro mas disse: "vou comer o seu cú", abaixando a calça da criança e fazendo (mostrando com o dedo indicador)".
Menino, de oito anos, relatou que "pegou" o dinheiro de "bolo" para comprar "cartinhas do free-fire" e realizou a compra. Criança fez na presença das conselheiras tutelares mencionadas fez o gesto com o dedo indicador, dizendo que "bolo" o tocou com o "pipiu".
Em relação ao suspeito de conhecido "bolo", trata-se de um homem, de 53 anos, tendo outro registro similar a este em nome do suspeito, com o mesmo comportamento. No entanto, suspeito é conhecido nos meios policiais por furto e tráfico ilícito de entorpecentes.
A mãe da criança frisou que, neste dia tomou conhecimento, através de um empresário, que o comerciante viu a criança entrar na casa de bolo em data anterior. Portanto, a prisão não foi imposta ao suspeito, tendo em vista que não está mais em estado de flagrância.
Ademais, a mãe aguarda os resultados de exames para o cuidado de seu filho, bem como o conselho tutelar informou que tomará as providências referente ao caso.