POLÍCIA

Motociclista procurado pela Justiça paulista morre após colisão no Olinda

Carlos Paiva
carlospaiva@globo.com
Publicado em 03/11/2022 às 20:14Atualizado em 15/12/2022 às 23:48
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David Felipe de Lima, 41 anos, morreu após colidir com a motocicleta que pilotava, uma Honda Hornet de cor branca, em um Jeep Compass de cor cinza, dirigido por uma médica, de 40 anos, na rua Joaquim Borges Garcia, bairro Olinda. O acidente aconteceu na quinta-feira (27), mas a morte foi registrada ontem. Também ontem, a Polícia Civil foi informada que a vítima fatal estava usando o nome falso de Davi Pereira da Silva, por ser procurado pela Justiça do Estado de São Paulo.

Segundo informações, no dia do acidente, a médica relatou que seguia pela rua Joaquim Borges Garcia, quando no cruzamento com a rua Padre Flávio Silva, sinalizou dando seta para convergir à esquerda, momento em que iniciou a conversão, vindo a colidir na motocicleta.

Ainda de acordo com a médica, a motocicleta trafegava também pela rua Joaquim Borges Garcia, sentido decrescente, logo atrás de seu Jeep Compass e tentava ultrapassá-la, quando aconteceu a colisão.

Após a colisão, o condutor da motocicleta perdeu o controle direcional e bateu contra um poste de sinalização, caindo ao solo, já sem o capacete.

A médica ainda relata que prestou atendimento à vítima, vindo, inclusive, a fazer manobra de reanimação cardíaca até a chegada do Samu.

Ele recebeu os primeiros socorros no local e foi levado em estado gravíssimo para o Pronto-Socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM), onde foi a óbito.

Consta na ocorrência policial, que a esposa do motociclista, uma dona de casa, de 40 anos, esteve no local do acidente e ficou responsável pelo veículo, bem como pelos pertences do mesmo. Neste dia, o motociclista foi identificado como sendo Davi Pereira da Silva, de 40 anos.

Já no dia de ontem, a mesma dona de casa compareceu na Delegacia de Plantão da Polícia Civil para requisitar uma guia de necropsia e contou que seu companheiro tinha dois documentos de identidade.

Conforme a mulher, um documento consta seu nome legítimo, qual seja, David Felipe de Lima, e o outro, com o nome falso de Davi Pereira da Silva. A guia de necropsia foi emitida e os documentos supostamente falsos foram apreendidos e serão investigados em inquérito policial. 

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