Uma mulher de 38 anos compareceu à Aisp 158, na avenida Guilherme Ferreira, para o registro de agressão contra seu esposo. Durante as orientações policiais, uma das mulheres que acompanhavam a vítima ficou indignada e passou a agredir verbalmente os militares, sendo dada a ela voz de prisão.
Segundo o registro da ocorrência, a vítima procurou ajuda policial relatando que havia sido agredida enquanto frequentavam um bar localizado na Praça Santa Terezinha, no bairro Fabrício. As duas mulheres que a acompanhavam testemunharam a agressão, a ajudando e a conduzindo até a Aisp 158. Após a narrativa dos fatos, os policiais passaram a orientar a vítima quanto aos procedimentos cabíveis ao fato narrado, na tentativa de auxiliá-la no tratamento dos ferimentos que ela apresentava e rastreamento para localizar o autor para as medidas de flagrante delito.
Contudo, durante as orientações, uma das acompanhantes, que se recusou a se identificar aos militares e aparentemente havia ingerido bebida alcoólica, passou a questioná-los com indagações do tipo “E vocês não fazem nada?” e “Vocês vão deixá-la sem proteção?”, entre outras. Os militares relataram que tentaram novamente explicar sobre as providências adotadas, mas a mulher não se conteve e continuou perturbando a ocorrência, adotando postura agressiva contra os militares. Foi dada a ela ordem para aguardasse na parte externa da Aisp, mas a mulher se recusou a obedecer a ordem, proferindo xingamentos contra os militares. Foi dada voz de prisão à mulher pelos crimes de desobediência e desacato.
A mulher reagiu à prisão desferindo tapas e chutes contra os militares, sendo necessário o uso de força física para imobilizá-la e algemá-la. Sem se identificar à PM, a mulher foi conduzida à UPA São Benedito para atendimento médico padrão, sendo conduzida, em seguida, à delegacia de plantão da Polícia Civil.