Mulher foi presa após a Polícia Militar constatar que o suposto roubo de R$4.800 registrado por ela não havia ocorrido. A fraude foi descoberta durante diligências do Grupo Especial de Policiamento em Área de Risco (GEPAR), que apurava a denúncia apresentada inicialmente como subtração de bolsa mediante violência.
A ocorrência foi analisada no contexto do “Plano de Ação de Morte Violenta”, durante operação realizada em área classificada como Zona Quente de Criminalidade (ZQC). No decorrer dos trabalhos, os militares tomaram conhecimento do registro de roubo, no qual a comunicante afirmava que um indivíduo teria utilizado força física para subtrair sua bolsa contendo a quantia de R$4.800.
As equipes iniciaram levantamentos, com verificação de câmeras de segurança nas imediações do local indicado e novo contato com a suposta vítima, a fim de obter mais detalhes e dar continuidade às buscas.
Durante a apuração, os policiais identificaram inconsistências. Foi constatado que a mulher já possuía registro anterior de roubo ocorrido na mesma via pública, com circunstâncias semelhantes e valores idênticos. Além disso, a narrativa apresentada passou a apresentar contradições.
Após nova conversa com os militares, a autora apresentou versões diferentes para os fatos e, posteriormente, confessou que o valor havia sido depositado por sua nora, sacado em seguida e que o registro do roubo foi feito com o objetivo de acionar o seguro bancário para ressarcimento do montante.
Diante da confirmação da falsa comunicação de crime, foi dada voz de prisão em flagrante à autora, que foi encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil, no Parque das Américas, para as providências de polícia judiciária.