POLÍCIA

Operação da PC prende em Araçatuba suspeitos de atuar em assalto à Rodoban

Durante a operação Homem de Ferro, da PC de Araçatuba (SP), ontem, 22 suspeitos de quadrilha que agiu em roubos a bancos e empresas de valores foram presos em vários estados

Renato Manfrim
Publicado em 29/06/2018 às 07:14Atualizado em 17/12/2022 às 11:05
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Jairo Chagas

Na ocasião do assalto em Uberaba, a sede da empresa de valores ficou praticamente destruída em virtude dos ataques

Durante a operação “Homem de Ferro”, da Polícia Civil de Araçatuba (SP), ontem, 22 suspeitos de quadrilha que agiu em roubos a bancos e empresas de valores foram presos em vários estados. Segundo informações, 16 das detenções foram por mandados de prisão temporária, sendo que outras seis pessoas suspeitas de integrar a quadrilha foram presas em flagrante.

De acordo com as investigações, parte dos presos é suspeita de ter participado do mega-assalto à Rodoban em Uberaba, ocorrido na madrugada do dia 6 de novembro do ano passado. Além disso, a quadrilha presa participou de roubos a bancos ou empresas de valores de Araçatuba (SP), Santos (SP), Rio Claro, Piracicaba (SP), Campinas e, inclusive, em Ciudad del Este, no Paraguai.

Segundo informações do delegado da PC de Araçatuba, Antônio Paulo Natal, além das prisões, foram apreendidos com os suspeitos sete quilos de maconha, 1,2 quilo de cocaína, quatro revólveres, pistola, espingarda e R$45,9 mil. Desta forma, a PC de Araçatuba acredita que, além de roubar empresas que transportam valores, a quadrilha ainda age em outros crimes, como tráfico de drogas, assalto a bancos e roubo de cargas.

De acordo com delegado responsável pelo 5º Departamento de Polícia Civil, Heli Andrade, o ataque à Protege de Araçatuba foi cerca de três meses antes do mega-assalto ocorrido na Rodoban de Uberaba. “Desta forma, as investigações da PC de Araçatuba já estavam mais adiantadas por conta deste tempo. Estávamos em constante troca de informações com a PC de Araçatuba. Três suspeitos – dois homens e uma mulher – que foram presos em Caldas Novas e estão presos aqui [penitenciária ‘Professor Aluízio Ignácio de Oliveira] tiveram confirmadas as participações no ataque em Araçatuba também”, declarou.

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