POLÍCIA

Pai é preso acusado de obrigar filha adolescente de enviar vídeos se masturbando e fotos nua pelo WhatsApp

Publicado em 05/07/2021 às 09:08Atualizado em 18/12/2022 às 15:09
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Um homem de 38 anos foi preso neste domingo (4) em Uberaba, acusado de obrigar a filha de apenas 13 anos a enviar vídeos se masturbando e fotos nua para ele no WhastApp. Segundo o boletim de ocorrência lavrado pela Polícia Militar, foi a mãe da menina e mulher do suspeito, de 31 anos, que encontrou as imagens.

Ela viu imagens compartilhadas ainda no domingo. Além disso, havia fotos de um órgão sexual masculino que a menina afirmou ser do pai. As imagens foram mostradas aos policiais militares que atenderam à ocorrência para confirmação dos fatos e o aparelho foi apreendido para as invesigações.

A mãe ainda revelou aos militares que, após encontrar as imagens no celular do marido ela conversou com a adolescente. A menina contou que o combinado com o pai é que sempre que recebesse um "oi" dele no WhatsApp ela deveria responder com um vídeo se masturbando ou um "nude". Ele também enviava fotos íntimas para ela.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, a menina disse à mãe que o pai já consumou conjunção carnal com ela e que a última vez que isso aconteceu foi há cerca de dois meses. Contudo, a vítima não revelou mais detalhes como tudo acontecia, apenas disse que o pai fazia chantagens sentimentais com ela para conseguir o que queria.

O homem tentou fugir dos militares, mas acabou preso. Ele negou ter estuprado a filha, bem como ter recebido imagens íntimas dela. Contudo, a tese foi desmentida diante das imagens no celular da vítima.

Ao ser algemado, o homem começou a bater a cabeça na parede e a pedir para que os policiais o matassem. Ferido, ele foi socorrido e levado para atendimento médico na unidade de pronto-atendimento do Parque do Mirante. Na sequência ele foi apresentado à autoridade policial.

Já a vítima foi levada para o Hospital da Criança, onde também passou por atendimento médico. Ainda de acordo com o registro policial, a médica que a atendeu relatou que não houve rompimento do hímen. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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