POLÍCIA

Pai foi o primeiro a suspeitar que menina foi morta em ritual, em Frutal

Publicado em 23/04/2022 às 16:14Atualizado em 18/12/2022 às 19:26
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 O pai da menina Maria Fernanda de Camargo, de 5 anos, morta durante ritual religioso em Frutal no último dia 24, foi o primeiro a desconfiar do crime e a comunicar a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). 

De acordo com o delegado Murilo Cesar Antonini, responsável pelas investigações, a polícia tomou conhecimento do caso primeiramente através da imprensa, como um acidente doméstico envolvendo uma churrasqueira e álcool. Entretanto, o pai da vítima estranhou o comportamento da mãe, da tia e dos avós que estariam presentes nesse churrasco. Além disso, ele achou estranho que estava presente no local do fato um guia espiritual.

O delegado ainda afirma que, baseado nesses fatos, foi descartada a hipótese de um acidente doméstico. A partir de então, foi  instaurado um inquérito para apurar um suposto homicídio culposo. 

Ainda, ao longo das investigações, testemunhas e os médicos que atenderam a vítima foram ouvidos e,  junto com informações de laudos policiais, foi concluído que a vítima teria participado de um ritual de evocação e incorporação de espíritos malignos, na companhia dos avós, da tia e da mãe. Um líder espiritual teria jogado álcool com ervas no corpo da criança e, posteriormente, ateado fogo, usando uma vela e queimando-a viva.

Os suspeitos foram presos na última quarta-feira (20) e a investigação prossegue. Uma vez concluídas, o inquérito policial será remetido à Justiça.

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