Polícia Civil cumpriu ontem mandado de busca e apreensão na residência de Juscelino Maktub
Foto/divulgação
Polícia Civil cumpriu ontem mandado de busca e apreensão na residência de Juscelino Maktub, presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciários da Mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Sata/MG).
Ele, que está afastado do cargo devido a problemas de saúde, disse que ficou indignado com a rapidez do cumprimento de mandado após, segundo ele, falsa denúncia anônima, e acredita estar sofrendo perseguição política. “Não encontraram obviamente nada de ilegal, já que minha arma está registrada corretamente. Não tenho passagens policiais e não tem nada que me desabone. Estou indignado porque a Polícia Civil e o Gaeco têm muitas dificuldades junto ao Judiciário em conseguir autorização para cumprir mandados de busca e apreensão em casas de bandidos, mas em casa de servidor público, concursado desde 2012, a Justiça concede de uma maneira rápida, já que o processo contra mim foi ingressado no mês passado”, desabafou.
A denúncia anônima contra o presidente do Sata/MG, que aconteceu no site da Ouvidoria do Ministério Público recentemente, declarou que ele estava portando arma de fogo sem a autorização. “Eu tive a presença na minha casa de dois delegados e outros cinco integrantes da Polícia Civil. O trabalho foi muito bem executado e não teve nenhum transtorno”, considerou. “Na época que atuei como presidente do Sata-MG, antes de me afastar por problemas de saúde, foram feitas dezenas de denúncias de irregularidades do sistema prisional e nada aconteceu. Mas quando é contra este servidor, que fez as denúncias através do sindicato, as perseguições políticas acontecem”, finalizou.