POLÍCIA

PC localiza materiais de telefonia celular furtados avaliados em R$ 300 mil

Polícia Civil recuperou na tarde de ontem, em residência do Abadia, 29 baterias de antenas de telefonia, gerador e aparelho de espectro

Renato Manfrim
Publicado em 03/05/2018 às 07:25Atualizado em 16/12/2022 às 04:03
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Jairo Chagas

Baterias, gerador e espectro para medir ondas da telefonia móvel celular foram localizados em casa do bairro Abadia

A Polícia Civil recuperou na tarde de ontem, em residência do bairro Abadia, 29 baterias de antenas de telefonia, gerador e aparelho de espectro, que mede ondas de telefones, avaliados em aproximadamente R$300 mil. Os equipamentos foram furtados de algumas estações de radiobase de telefonia móvel celular da cidade. Dois suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Plantão, sob suspeita dos furtos, e prestaram depoimentos, sendo que acabaram liberados porque não estavam no flagrante.

“Eles vão responder em liberdade. Se fossem apenas receptadores, seriam autuados em flagrante. O crime de receptação é um crime permanente, já o crime de furto não é. E nós não temos nenhum elemento de medida cautelar para segurá-los, tendo em vista que estes crimes já faz dias que aconteceram. Podemos até futuramente pedir uma medida cautelar contra eles ou mandado de prisão temporário”, declarou o delegado-chefe do 5º Departamento de Polícia Civil, Heli Andrade.

De acordo com o delegado, foi por meio de filmagens de câmeras de segurança que a PC conseguiu identificar os suspeitos e apreender os objetos. “Assim que nós os pegamos, eles se colocaram à disposição e devolveram as baterias. Falaram que nem sabiam o que iriam fazer com as baterias, mas elas são usadas nestes sons automotivos de grande peso; uma bateria desta dá para manter a energia de um rancho de 10 a 15 dias”, disse o delegado, que ainda explicou que, de todo o material apreendido, 13 baterias estão avaliadas em R$2,5 mil cada, totalizando R$32,5 mil; 16 baterias de R$4 mil, totalizando R$64 mil; além de aparelho espectro, que mede ondas telefônicas, avaliado em R$200 mil, e um gerador que custa em torno de R$20 mil. “O problema maior é que quando se tira esta bateria, telefone nenhum consegue fazer ligações em determinada região”, finalizou o delegado Heli Andrade.

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