Servidor geral de 37 anos foi preso por suspeita de abusar sexualmente de uma criança de 4 anos na avenida José Soares de Azevedo
Servidor geral de 37 anos foi preso por suspeita de abusar sexualmente de uma criança de 4 anos na avenida José Soares de Azevedo, Parque São José, às 16h30 de sábado (26). Uma testemunha disse que o suspeito “já havia sido acusado de abusar de duas meninas menores de 14 anos na cidade de Tiros e que o mesmo teve que fugir da referida cidade, pois parentes das crianças o ameaçaram de morte”.
Uma guarnição da Polícia Militar compareceu ao Hospital de Clínicas da UFTM, onde a diarista e mãe da criança disse que foi contratada para fazer faxina na residência de um casal. Ela começou a fazer a faxina na sexta-feira (25) e como não conseguiu finalizar o serviço, voltou no sábado para terminar. Disse também, que na residência se encontrava o suspeito, que é amigo dos donos da casa onde estava fazendo a faxina. Enquanto a mulher fazia a faxina, a criança ficava brincando com o suspeito.
Ela chegou a procurar o casal que lhe contratou para a faxina e dizer que estava preocupada com o fato do homem estar brincando com seu filho, mas, ainda segundo a diarista, foi informada para ficar tranquila, pois o suspeito era bastante tranquilo e gostava muito de crianças. A mãe ficou despreocupada e deixou seu filho brincar com o suspeito. A diarista relata ainda, que terminou o serviço e, ao chegar em casa, seu filho pediu para ir ao banheiro para defecar, momento em que a criança alegou que estava sentindo dores na região do ânus. Ela indagou o que havia acontecido e a criança disse que o servidor geral, enquanto brincavam, desceu suas calças e colocou dedo e a língua no seu ânus.
Uma equipe da PM foi até a casa onde estava o servidor geral. Ele foi preso e negou os abusos, porém, fez questão de explicar que “a criança estava com uma coceira na região do ânus e pediu para ele coçar o local, momento em que desceu as calças do garoto e coçou com a língua na região do ânus da criança”. O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado para a Delegacia de Polícia Civil. No Hospital de Clínicas, depois de exames na criança, o médico constatou “hiperemia (vermelhidão) sem fissuras, com ausências de lacerações e de sangramento”. O garoto também recebeu atendimento psicológico.