Por meio de nota, o procurador-geral do município, Paulo Salge, reforça que o município está atento ao cumprimento da recomendação. Já o secretário da Sedest, Wellington Cardoso, informa que a pasta está em permanente fiscalização deste mercado. “Naturalmente que fiscalizar clandestinos é mais complicado, haja vista que, não sendo regulamentados, a identificação deles é dificultada. É importante que a comunidade se alie também a esta questão, porque pode contribuir em muito a partir de denúncias. Ademais, é de conhecimento que entre os regulamentados há os que ‘encobrem’ a clandestinidade, mas a Prefeitura está atenta. Preocupa a clandestinidade, notadamente por conta da segurança ao usuário, [a Prefeitura] tem fiscalizado permanentemente e a intenção é reforçar ainda mais este trabalho”, ressalta.
Segundo o superintendente de Transporte Público, Claudinei Nunes, atualmente existem 511 placas de mototáxi cadastradas em Uberaba e as ações de fiscalização de mototáxis, táxis e transportes escolares ocorrem todas as semanas em pontos estratégicos da cidade, como próximo a escolas e nas imediações de eventos e shows.
Ele reforça que foram realizadas três autuações recentemente, mas a principal dificuldade da fiscalização é a legislação, que não permite autuar moto parada, apenas em trânsito. Dessa maneira, para configurar o flagrante, ainda há que se comprovar onerosidade ao passageiro. “A orientação é que os usuários ajudem a combater a clandestinidade e, até por segurança, utilizem apenas o transporte regular. O mototaxista regular deve estar identificado com crachá, a moto é sempre na cor amarela e o capacete deve conter a numeração da placa”, ressalta Nunes.