Familiares de indivíduos reclusos de liberdade enviaram carta para o Conselho da Comunidade de Execução Penal de Uberaba (CCEPU) relatando abusos na penitenciária Professor Aluísio Ignácio de Oliveira. A questão foi encaminhada ao Judiciário para apurar o caso.
Documento aponta que a unidade está com o dobro de pessoas que a capacidade normal, que pelo cenário da pandemia do coronavírus traz prejuízos que podem ser irreparáveis para os reclusos.
Outro trecho reclama que alguns Policiais Penais cometem abusos psicológicos contra os reclusos, cerceam o banho de sol, entre outros. Outro ponto delicado que é mencionada é a alimentação e fornecimento de água para os reclusos, itens apontados como limitados e no caso da água insuficiente para os dias quentes que atravessamos.
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Reportagem do Jornal da Manhã falou com a advogada e presidente do CCEPU, Roberta Toledo. Ela lamentou o fato, revelou que a demanda foi encaminhada ao Ministério Público e posicionou que tais práticas inibem com a principal função dos presos, que é a ressocialização.
Apesar de receber as reclamações na íntegra, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública se limitou a dizer que: “Aguarda decisão judicial sobre o assunto”.