CAIU NO PAPO

Promessa de financiamento leva homem a pagar mais de R$ 22 mil em Uberaba

Publicado em 30/09/2026 às 07:25
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Um homem de 43 anos procurou a Polícia Civil em Uberaba após relatar ter sido vítima de um suposto golpe durante uma negociação para aquisição de um imóvel. Segundo o boletim de ocorrência, ele acreditava estar contratando um financiamento imobiliário, mas descobriu posteriormente que havia assinado um contrato de consórcio. O caso foi registrado nesta terça-feira (29), e a negociação ocorreu no bairro Fabrício.

De acordo com o registro, o homem encontrou no Instagram um anúncio de uma empresa que oferecia serviços relacionados a crédito. Interessado em financiar um imóvel, ele foi até o estabelecimento e apresentou documentos pessoais para uma consulta em seu nome.

Segundo o relato, o atendente informou que um crédito imobiliário teria sido aprovado por uma instituição bancária. O homem questionou por que a operação não seria realizada pela Caixa Econômica Federal e teria recebido como justificativa que as taxas de juros da instituição seriam mais altas.

Posteriormente, a vítima retornou ao estabelecimento para concluir a negociação. Conforme declarou à polícia, acreditava que assinaria documentos referentes ao financiamento imobiliário. No entanto, afirmou que teria sido induzida a rubricar documentos relacionados a um contrato de consórcio.

Na etapa final da negociação, segundo o boletim, foi exigido o pagamento de um boleto de aproximadamente R$ 22,7 mil. O homem realizou o pagamento e assinou a documentação. Somente após a quitação, conforme o relato, teria sido informado de que a operação contratada era um consórcio, e não um financiamento.

Ainda segundo a vítima, o atendente afirmou repetidamente que a contemplação do consórcio ocorreria rapidamente. O homem também teria sido orientado a confirmar as informações caso recebesse ligações da administradora responsável pelo contrato e a não mencionar que havia recebido promessa de contemplação imediata.

O homem afirmou que aguardou cerca de 60 dias, mas a contemplação não ocorreu. Diante da demora e do que relatou como respostas evasivas do atendente, passou a questionar a negociação.

A vítima manifestou interesse em rescindir o contrato e procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência e buscar as providências cabíveis. O boletim foi registrado como estelionato consumado.

Fonte: Programa Hélio Júnior, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 5h às 7h, pela Rádio JM 95,5 FM e no canal Programa Hélio Júnior, no YouTube. Siga também no Instagram e no TikTok: @heliojuniorradialista. 

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