POLÍCIA

Sem acordo com o Governo, Forças de Segurança programam novo ato

Publicado em 04/03/2022 às 06:27Atualizado em 18/12/2022 às 18:33
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Não avançaram as negociações de representantes das Forças de Segurança em Minas com o Governo nessa quinta-feira. A convite da secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, as lideranças sindicais da Segurança se sentaram à mesa com o Executivo na Cidade Administrativa em Belo Horizonte, pela primeira vez desde que o movimento foi deflagrado, em 22 de fevereiro.

A categoria organiza nova paralisação para a próxima quarta-feira (9), quando manterá a cobrança do que havia sido proposto em 2019, que tratava da recomposição salarial das perdas inflacionárias em três parcelas – uma de 13% e duas de 12%.

O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra/PMBM) de Minas, Marco Antônio Bahia, diz que o governo apresentou absolutamente nada além da proposta encaminhada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) de recomposição inflacionária de 10,06% a todo o funcionalismo. “Nós temos uma manifestação no dia 9 de março, que está mantida, e vamos levar o que nós escutamos aqui da secretária, de que não tem nenhum avanço da negociação”, diz Bahia.

“Achávamos que a secretária Luiza Barreto estava realmente credenciada para negociar com a categoria, mas vimos mais uma vez que não há boa vontade de dialogar com a categoria e resolver, de uma vez por todas, o problema da segurança pública”, questiona Bahia. “Nenhuma das demandas que a gente trouxe o governo efetivamente atendeu.”

Com isso, a manifestação agendada para a próxima quarta-feira (9) está mantida. “Temos uma manifestação definida e vamos deliberar com o que o governo hoje nos acenou, ou seja, nada”, afirma Bahia. Eles também vão definir se vão pressionar o governador com o aquartelamento, a permanência dos militares nos quartéis.

Na sexta-feira (25/2), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) acolheu a tese da Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG) e determinou o encerramento da greve dos policiais civis e penais sob pena de multa diária de R$100 mil, limitada a R$10 milhões, a cada um dos sindicatos dos policiais civis e penais.

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