Servente de pedreiro, de 44 anos, foi sequestrado, mantido em cárcere privado e agredido durante assalto, na avenida Barão do Rio Branco, bairro São Benedito, no sábado (26), mas o registro foi feito na manhã de domingo (27). Ele relata que, quando estava no cativeiro, foi agredido por quatro homens até que fornecesse a senha do cartão de crédito. Foram roubados dinheiro, documentos e cartões bancários. Ninguém foi preso.
O caso foi registrado por policiais militares da 212ª Companhia do 67ºBPM e encaminhado à Polícia Civil para procedimento investigativo.
De acordo com fonte do Jornal da Manhã, a Polícia Militar foi chamada na UPA do Mirante, onde um homem havia dado entrada e dito que foi assaltado, agredido, sequestrado e mantido em cárcere privado por horas. Ele apresentava lesões na face e membros inferiores.
Ainda de acordo com as informações passadas aos policiais militares, o homem, que disse ser servente de pedreiro, relatou que reside na avenida Alberto Martins Fontoura Borges e que, no sábado (26), saiu de casa com destino ao Shopping Uberaba, para comprar um aparelho celular.
O servente de pedreiro relatou, também, que passou no Terminal Rodoviário de Uberaba e fez um saque de R$300,00 no caixa eletrônico.
Ao retornar novamente a pé pela avenida Barão do Rio Branco, foi abordado por quatro homens em um Chevette de cor azul, sendo que um deles estava com um revólver cromado. Foi o homem armado quem anunciou o assalto e determinou que ele entrasse no banco de trás do carro.
De imediato, conforme a vítima, roubaram sua carteira com documentos, cartões bancários e R$360,00. Em seguida, eles o levaram para um cativeiro na zona rural. Ele não soube dizer o local exato, mas provavelmente nos fundos do Residencial Antônia Cândida.
O servente de pedreiro garante que ficou no cativeiro e sendo agredido até fornecer a senha de cartão bancário. Ele teria conseguido fugir, por volta das 23h de sábado (26), depois de perceber a abertura de um portão.
Ele afirmou que, durante a fuga, os assaltantes dispararam três tiros em sua direção, mas nenhum projétil o atingiu. Disse ainda que andou a noite toda e, na manhã de domingo (27), pediu ajuda para que chamassem os bombeiros militares e policiais militares.