Além de infringir o Código de Ética Médica, também configura justa causa para rescisão do contrato de trabalho tanto do médico que produz o atestado como do paciente que utiliza o documento falso (Foto/Ilustrativa)
Nesta quinta-feira (5), um homem de 36 anos, responsável por um supermercado atacadista de Uberaba, procurou a Polícia Militar para registrar que uma funcionária teria forjado três atestados médicos seguidos.
Os documentos estavam datados de 23 de novembro, 20 e 23 de dezembro do ano passado, respectivamente. Todos estavam com um carimbo e uma assinatura de médico. As consultas teriam sido realizadas na UPA São Benedito.
Porém, quando a empresa acionou a Funepu, gestora das unidades, para verificar a procedência dos atestados, foi informada de que eram falsos. O suposto profissional não faz parte do corpo clínico da UPA São Benedito.