POLÍCIA

Testemunhas do caso da mulher morta em terminal são ouvidas

Ainda sem imagens do terminal do BRT, investigadores estão ouvindo o motorista e funcionários do local

Tulio Micheli
Publicado em 28/11/2019 às 21:16Atualizado em 18/12/2022 às 02:21
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Jairo Chagas

Acidente aconteceu no terminal Oeste, em 17 de novembro, e ela morreu no Hospital de Clínicas no dia 19

Polícia Civil segue com investigação da morte de Cíntia Elisiário, de 37 anos, ocorrida no dia 19 de novembro, após ser atropelada no terminal Oeste do transporte público, enquanto voltava de uma festa. 

Os envolvidos no caso e testemunhas já estão sendo ouvidos pela Polícia Civil, inclusive o motorista e funcionários do terminal que já foram identificados e também serão interrogados pelos delegados. As investigações seguem o curso para identificar as causas e circunstâncias da morte da vítima. Até o momento os investigadores não receberam as imagens do terminal.

Cíntia foi enterrada no dia 20 de novembro no cemitério São João Batista. Ela morreu no dia anterior, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC/UFTM). Antes, o corpo passou por necropsia no Instituto Médico Legal (IML).

Com várias informações desencontradas, a família continua pedindo explicações para o caso. Segundo alguns familiares de Cíntia, ela foi para o terminal Oeste após ter participado de evento universitário e, conforme o relato de algumas testemunhas, teria sido atropelada por um ônibus do transporte coletivo urbano no local. 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima estava caída no chão, rodeada por estudantes que tentavam socorrê-la. As investigações devem durar ainda algumas semanas até que seja concluído o inquérito

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