POLÍCIA

Um ano após latrocínio de feirante, ninguém foi preso: caso segue aberto

No dia do crime, o peixeiro foi surpreendido pelo criminoso em sua residência; teria reagido a assalto e acabou baleado com a própria arma

Tulio Micheli
Publicado em 30/03/2019 às 14:19Atualizado em 17/12/2022 às 19:29
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Foto/Jairo Chagas

Ontem completou um ano do crime de latrocínio que custou a vida do feirante Vilmar Ferreira Junior, mais conhecido como “Juninho Peixeiro”. 

No dia do crime, o peixeiro, com 30 anos, foi surpreendido por criminoso em sua residência, quando teria reagido a assalto e acabou baleado com a própria arma, morrendo no local. No dia ainda foram levadas grande quantia de dinheiro e a motocicleta da vítima.

A reportagem sempre indaga o delegado chefe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa - DHPP, Dr. Cyro Moreira, e na última conversa com ele, o mesmo garantiu que o caso segue sendo investigado, mas que é um dos mais difíceis pela ausência de testemunhas ou provas materiais.

A reportagem conversou ontem com uma irmã da vítima, que desabafou sobre o caso. "Há um ano tiraram das nossas vidas tudo que tínhamos. Meu irmão era um filho, um pai, um amigo, um homem brincalhão e todos gostavam muito dele. Até hoje não temos uma verdadeira resposta para essa tragédia, e sempre nos perguntamos, até quando nos vamos viver assim", indagou a irmã. 

Juninho foi a 15ª vítima de homicídio até o fim do mês de março do ano passado. Este ano, apenas três mortes foram registradas na cidade, o que permite a investigação mais profunda de casos que ainda não foram elucidados, como este do peixeiro.

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