POLÍCIA

Usuária é suspeita de atear fogo em casa de servente de pedreiro

Mulher dormia em parte coberta ao lado do cômodo comercial em que o servente usava como moradia

Renato Manfrim
Publicado em 03/09/2018 às 21:54Atualizado em 17/12/2022 às 13:08
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Foto/Fábio Braga

Parte da estrutura ficou destruída e a ação rápida evitou que as chamas se alastrassem para outros imóveis

Chegada rápida de motos operacionais do 8º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) evitou que incêndio – com suspeita de ter origem criminosa – em cômodo usado como residência não tomasse maiores proporções. Ocorrência aconteceu em um dos oito imóveis de edificação comercial situada na rua Ilídio Renato Costa Cruvinel, Vila Arquelau. O fogo destruiu parte de dois telhados de madeira (da entrada do cômodo e de estrutura ao lado), além de sofá, bancos, roupas, sapatos, entre outros objetos.

O morador do local, servente de pedreiro de 43 anos, contou que estava dormindo no momento do início das chamas. Ao acordar, assustado com a fumaça, correu do local sem sofrer ferimentos. Ele disse suspeitar que o incêndio tenha sido provocado por mulher de 39 anos, que ele deixava residir numa estrutura coberta, situada ao lado do seu cômodo. “Ela é usuária de álcool e crack e eu a estava levando a igreja, mas, então, ela não quis mais saber de ir e resolvi colocá-la para fora. Depois disso, ela falou que iria botar fogo nas minhas coisas. Então, a suspeita maior é sobre ela”, declarou o morador. Ele também contou que já foi usuário de drogas e que há dois anos deixou o vício. “Eu queria que Deus mudasse a vida dela como mudou a minha”, disse o servente de pedreiro.

“O combate foi realizado com água que conseguimos nas proximidades e evitamos maiores danos. O fogo destruiu o sofá, estrutura do telhado da entrada do imóvel e estrutura lateral ao cômodo, todas em madeira, bancos, roupas e sapatos do morador, carrocinha de carregar sucata, entre outros objetos”, informou o cabo Contar, do 8º BBM, integrante de equipe de moto-operacional do 8º BBM. 

A Polícia Militar (PM) também esteve no local para registrar o fato. Os militares ouviram o relato do morador e, em seguida, provavelmente, procurariam a suspeita do crime para interrogá-la. Até o fechamento desta edição a ocorrência estava em andamento.

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