Homem cobrou atendimento a baleado, exigiu telefone pessoal da profissional e disse pertencer a organização criminosa
Médica da Unidade Básica de Saúde (UBS) Lázaro Moreno, no Girassóis III, acionou a Polícia Militar após receber ligação telefônica com ameaças. Segundo relato da profissional, homem desconhecido teria dito que levaria uma pessoa baleada ao local em busca de atendimento e, caso fosse negado, invadiria a unidade. As forças de segurança foram imediatamente acionadas e a ocorrência não causou impacto na assistência prestada à população, segundo a Secretaria Municipal de Saúde informou ao Jornal da Manhã.
O caso foi revelado pelo programa Hélio Júnior, da Rádio JM, nesta quinta-feira (6). De acordo com as informações repassadas ao Jornal da Manhã, uma médica de 45 anos relatou que um homem ligou para a recepção da unidade e afirmou pertencer a uma organização criminosa. Durante a chamada, ele teria informado que uma pessoa baleada seria levada ao local para atendimento de urgência.
Ainda conforme o registro policial, o homem teria feito ameaças contra a profissional, exigido o número do telefone celular pessoal dela e afirmado que invadiria a unidade caso o atendimento não fosse realizado.
Após a situação, funcionários acionaram as forças de segurança. A Polícia Militar compareceu ao local e registrou a ocorrência, que foi encaminhada à Polícia Civil para as providências cabíveis.
Em nota enviada ao Jornal da Manhã, a Secretaria Municipal de Saúde informou que acompanha o caso e que as equipes de segurança foram acionadas assim que a situação foi comunicada. “A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram imediatamente acionadas e compareceram à unidade para adoção das medidas cabíveis e garantir a segurança dos profissionais, pacientes e demais usuários”, informa a pasta.
Segundo a Secretaria, os atendimentos foram mantidos normalmente e não houve interrupção dos serviços na unidade.
A pasta reforçou ainda que situações envolvendo ameaças ou risco à integridade física de servidores e usuários são tratadas como prioridade e que os profissionais da rede são orientados a acionar os órgãos competentes diante de ocorrências dessa natureza.