POLÍTICA

AA diz ser impossível deixar dinheiro em caixa com obras

prefeito Anderson Adauto (sem partido) disse ontem que é impossível um governo que fez tantas obras deixar dinheiro em caixa. AA fez a colocação após ser questionado

Renata Gomide
Publicado em 27/12/2012 às 10:44Atualizado em 19/12/2022 às 15:36
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Prefeito Anderson Adauto cita obras e mantém o posicionamento de inaugurar ala do Hospital Regional ainda este ano

O prefeito Anderson Adauto (sem partido) disse ontem que é impossível um governo que fez tantas obras deixar dinheiro em caixa. AA fez a colocação após ser questionado sobre os números da dívida do Município que foram apresentados pela ala que representa seu sucessor na Comissão de Transição Governamental, cujos trabalhos terminaram dia 15. Para ele, o grupo do prefeito eleito, Paulo Piau (PMDB), se precipitou em alguns pontos.

Conforme a Comissão, a dívida de curto prazo (12 meses) do Município é da ordem de R$69,8 milhões, enquanto o débito de longo prazo está próximo de R$142 milhões. Ao anunciar os números, o peemedebista admitiu que assumirá uma Prefeitura no “cheque especial”, em que pese ter dito também que não tem “medo de dívida, que se paga, se prorroga”. Na opinião de Anderson Adauto, somente após o balanço de 2012 será possível saber com exatidão a situação da PMU.

“O balanço vai fechar tudo isso com detalhes; até essa questão de eventual dívida. O balanço é o documento oficial e em cima dele não tem o que discutir”, assegurou Anderson Adauto ponderando ainda que até lá dará sua versão e “eles, a deles.” Ainda segundo o prefeito, o fato de estar trabalhando até o último dia da administração implica em obrigações que estão sendo geradas.

AA inclusive justifica o volume de atividades nessa reta final de Governo ao fato de que a cidade não pode parar. Nesse sentido, ele diz que definirá a data de inauguração de parte do Hospital Regional, bem como o número de leitos que serão disponibilizados à população antes de 31 de dezembro. De acordo com o prefeito, a decisão será precedida de um relatório técnico.

“O que a gente liberar, da forma como liberar, é porque pode ser utilizado sem nenhum risco”, garante AA, que diz sair da Prefeitura com a consciência do dever cumprido, embora ciente de que outras ações precisam vir a ser complementadas. Hoje, ele sentará com as equipes do planejamento e jurídico para definir a passagem do transporte coletivo, cujo reajuste já foi oficialmente solicitado pelas concessionárias do serviço, Líder e Piracicabana. Atualmente, a passagem é de R$2,60, sendo que as empresas teriam solicitando que o valor seja reajustado para R$3,50.

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