POLÍTICA

AA pede acesso a programa habitacional

Depois de audiência na Superintendência Nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal, prefeito Anderson Adauto...

Gisele Barcelos
Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 17/12/2022 às 04:48
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Depois de audiência na Superintendência Nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal, prefeito Anderson Adauto (PMDB) planeja agilizar a abertura de linha de crédito referente ao programa “Minha Casa, Minha Vida”, a partir de 13 de abril. AA esteve ontem em Brasília, juntamente com prefeitos e vereadores da região, para conhecer detalhes do recém-lançado programa habitacional do governo federal.

O prefeito declara estar disposto a não medir esforços para que o município ofereça as operações financeiras do pacote habitacional a partir do dia 13 de abril, ou seja, já no prazo de duas semanas. Ele pondera que o déficit habitacional no Brasil é de sete milhões de moradias, portanto somente um milhão previsto no programa federal não resolverá o problema. “Quem sair na frente, tem mais chance de conquistar número maior de unidades”, disse.

Em Uberaba, uma comissão para agilizar os processos de definição de áreas e a viabilização dos investimentos imobiliários já foi constituída e está sob a coordenação do presidente da Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande (Cohagra), Samir Cecílio Filho. O projeto inicial é garantir, pelo menos, cinco mil casas para a cidade.

Também presente, o deputado Aelton Freitas (PR) solicitou a revisão do critério que exclui do programa municípios com menos de 50 mil habitantes.  Para ele, a medida irá prejudicar boa parte das cidades mineiras que apresentam um déficit habitacional para famílias com renda de até seis salários mínimos e que se encaixam nas exigências do “Minha Casa, Minha Vida”.

O governo federal prevê que vai investir cerca de R$ 34 bilhões no programa. Desse total, R$ 25,5 bilhões virão dos cofres da União, R$ 7,5 bilhões do FGTS e R$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Do total de moradias, 400 mil serão destinadas para quem tem renda até três salários mínimos, outras 200 mil para quem recebe entre três e quatro salários mínimos, 100 mil para quem tem renda entre quatro e cinco salários mínimos, 100 mil para quem recebe entre cinco e seis salários mínimos e 200 mil restantes para população que recebe entre seis e dez salários mínimos.

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