Diante dos problemas enfrentados pelo Hospital Beneficência Portuguesa, por falta de ginecologistas, prefeito Anderson Adauto (PMDB) conversou novamente com o presidente da instituição filantrópica e pediu mais objetividade na busca por soluções. Para isto, padre Junior deve redigir um documento objetivo relatando a problemática.
Na última semana, por pouco o hospital não fechou suas portas por causa da demissão em massa de 20 ginecologistas, que estavam insatisfeitos com a remuneração. Há mais de cinco anos não ocorre aumento salarial por parte da prefeitura e, por causa da contenção de gastos, os profissionais poderiam ficar mais um ano sem reajuste. A instituição trabalha com uma cooperativa de médicos e o contrato é vinculado à administração municipal, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo o prefeito, o governo municipal trabalha para enfrentar o problema junto com a direção da unidade hospitalar. Com isto, ele ressaltou que a solução encaminhada visa a garantir os atendimentos, principalmente de maternidade. Por isso, o serviço não pode ser interrompido. “Trabalhamos neste sentido em favor da Beneficência ou de outro estabelecimento hospitalar”, ressaltou, acrescentando que a administração pública está acompanhando a situação. Por isto, a busca na objetividade das definições. O prefeito lembra ainda que o problema acontece num momento em que o governo trabalha na conclusão das obras da UPA 3, na avenida Leopoldino de Oliveira, e na construção do Hospital Regional.