POLÍTICA

Anderson Adauto cobra iluminação de acesso a novas casas

Primeiras 140 casas do Residencial Tancredo Neves foram entregues ontem, ainda sem ligação de luz e energia, aos mutuários

Gisele Barcelos
Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 17/12/2022 às 05:08
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Primeiras 140 casas do Residencial Tancredo Neves foram entregues ontem, ainda sem ligação de luz e energia, aos mutuários. No discurso, o prefeito Anderson Adauto ressaltou o atraso na conclusão das obras e também cobrou da Cemig a iluminação pública adequada na principal via de acesso do loteamento.

De acordo com o presidente do Codau, José Luiz Alves, a rede de abastecimento está pronta e a ligação nas residências será feita mediante solicitação dos novos moradores. A autarquia enviará equipe para fazer plantão no local e agilizar o andamento dos processos.

O agente comercial da Cemig, Hudson Elvis Ferreira, também explica que os mutuários precisam protocolar pedido na concessionária e, no máximo, três dias depois a ligação será providenciada. Quanto à cobrança de iluminação pública nos dois lados da via, ele declara que a empresa irá apresentar orçamento ao prefeito e a previsão é instalar os postes do outro lado até outubro. O custo estimado é de R$ 35 mil.

Ainda na solenidade, o prefeito disse que as obras da primeira etapa do Tancredo Neves tiveram atraso por causa de modificações técnicas no projeto e ainda em razão da greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF). Agora espera-se a assinatura ainda este mês dos contratos de mais 92 pessoas para o segundo lote. Outras 90 assinarão no fim de julho e início de agosto, totalizando mais 182 residências previstas para ser entregues no primeiro semestre de 2010.

Reforçando a necessidade de agilidade nos próximos conjuntos habitacionais, AA anunciou a entrada de mais projetos na Caixa Econômica dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. O empreendimento prevê a construção de 400 unidades no bairro Alvorada, totalizando 2.600 moradias para a cidade.

Já o superintendente regional da CEF, Robledo Pinto Coelho, reconheceu as falhas do processo burocrático e se comprometeu em dar celeridade à tramitação dos novos projetos para apresentar as demandas à matriz. “Espero que sejamos o órgão operador para viabilizar esses futuros empreendimentos”, conclui.

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