Desde que anunciou o nome de Almir Silva como único pré-candidato da sigla à sucessão municipal, o PR vem sendo alvo de críticas do ainda postulante ao cargo, Samir Cecílio Filho
Desde que anunciou o nome de Almir Silva como único pré-candidato da sigla à sucessão municipal, o PR vem sendo alvo de críticas do ainda postulante ao cargo, empresário Samir Cecílio Filho, que acusa o comando local de traição. Através de nota distribuída à imprensa, a Executiva da agremiação – presidida pelo deputado federal Aelton Freitas – nega a acusação e aponta que o correligionário foi quem descumpriu acordo firmado com o grupo, e ainda: teria faltado com o respeito a eles.
“A direção da agremiação explica que em momento algum houve traição e muito menos agiu de forma antidemocrática”, diz trecho da nota, onde consta também que as ações se pautaram pela transparência. O texto ainda sugere que Samir tentou forçar a indicação do seu nome, logo após ter se desincompatibilizado da presidência da Companhia Habitacional do Rio Grande (Cohagra) – no início de abril –, quando levou um grupo de apoiadores para a mesa de negociações com Aelton.
De acordo com a nota, ficou acordado entre eles que o prefeito seria procurado com a proposta de apoiar Samir em detrimento do seu indicado no PMDB, secretário Rodrigo Mateus (Governo), voltando os republicanos a se reunirem no fim de semana seguinte. No entanto, nem o empresário e nem seus apoiadores teriam comparecido à reunião subsequente, porque AA não mudou de ideia. Posteriormente, houve o entendimento de lançar o nome de Almir.
O comando do partido avalia que não há crise, diz que não vê nenhum pecado na decisão que foi tomada e mais: assegura que, “certamente, Samir Cecílio e alguns apoiadores do seu posicionamento tentam tirar vantagens da situação, ocultando os fatos ou colocando meias verdades. O diretório do PR foi e está sendo fiel, transparente até o último minuto e entende que este não é o momento de picuinhas, e sim de se fazer alianças e caminhar coeso”.
Hoje, Samir e seus parceiros devem sentar-se à mesa com o comando do PR.