POLÍTICA

Banco do Brasil nega ajuda à PMU para manter projeto Olho Vivo

Até ontem, apenas o Banco do Brasil havia se manifestado, mas negou possibilidade de contribuir financeiramente com projeto

Publicado em 10/10/2013 às 00:44Atualizado em 19/12/2022 às 10:41
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Prefeitura ainda aguarda posicionamento de instituições bancárias sobre a manutenção do programa Olho Vivo. Até ontem, apenas o Banco do Brasil havia se manifestado, mas negou a possibilidade de contribuir financeiramente para custear as despesas do sistema de vigilância. De acordo com o secretário municipal de Governo, Wellington Cardoso, a resposta encaminhada justifica que o banco é um órgão público e não há previsão orçamentária para ajudar na manutenção do programa. “Vamos esperar até sexta-feira o posicionamento das demais empresas. Não havendo sinalização, podemos decidir o que fazer no âmbito da Prefeitura e que medidas podem ser tomadas”, salienta.   A expectativa é de parceria com os bancos privados. Ao todo, Uberaba conta com a representação de 12 instituições, incluindo os bancos Itaú, Santander, HSBC, Bradesco, Sudameris, Mercantil do Brasil e outras bandeiras formadas por cooperativas.    Mesmo sem avanço nas negociações, o secretário afirma que o edital do processo seletivo para a contratação de pessoal será lançado ainda este mês. A previsão é começar o treinamento da equipe em novembro para que o trabalho na central de monitoramento comece antes das festas de fim de ano. “Nós vamos ter que deflagrar o processo para admissão de pessoas e precisaremos buscar uma fonte de financiamento disso, mas ainda não sabemos qual”, ressalta.   Caso não contribuam com a manutenção do programa, os bancos terão despesa para implantar central de monitoramento 24 horas na área de autoatendimento das agências. A Prefeitura está com decreto pronto para publicação, mas espera a resposta das empresas quanto ao Olho Vivo.   No convênio firmado com o Estado, o governo mineiro ficou responsável pelo investimento na aquisição da aparelhagem e instalação do sistema de videomonitoramento. Ao município compete a despesa para manutenção do programa, inclusive a contratação de pessoal para monitorar as câmeras na central. A estimativa é desembolso anual de R$1,1 milhão para custeio do Olho Vivo.

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