Muitos detentores de cargos de 1º escalão serão obrigados a entregar o cargo seis meses antes do dia do pleito, marcado para 7 de outubro, caso queiram entrar na disputa
Eleições municipais podem culminar em uma reforma administrativa no governo de Anderson Adauto (PMDB). Muitos detentores de cargos de primeiro escalão serão obrigados a entregar o cargo seis meses antes do dia do pleito, marcado para 7 de outubro, caso queiram entrar na disputa majoritária ou proporcional. Para cargos de segundo e terceiro escalões, a desincompatibilização deve ocorrer em até três meses. A regra faz parte das leis que regem as Eleições/2012.
Entre os secretários que podem deixar a administração municipal para a disputa proporcional destacam-se Carlos Dalberto, o Belzinho (Esportes), Ricardo Sarmento (Trânsito) e José Vandir (Educação).
Se confirmado candidato a prefeito pela situação, Rodrigo Mateus também será obrigado a sair da titularidade da Secretaria de Governo. Situação semelhante passa o secretário de Infraestrutura, José Eduardo Rodrigues, o Zé da Égua (PR), e o presidente da Companhia de Habitação do Vale do Rio Grande (Cohagra), Samir Cecílio. Ambos são pré-candidatos a prefeito pelo PR.
Quem também está na mira da desincompatibilização é a ex-vereadora Marilda Ribeiro de Rezende, titular da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres. Ela deve deixar o cargo caso seja candidata a prefeita ou se for tentar novamente um mandato como vereadora pelo PT.
Como ocupante de cargo de segundo escalão como diretor do Instituto de Desenvolvido Integrado de Minas Gerais (Indi), o pré-candidato Maurício Cecílio, se for encabeçar a chapa do PSDB, deverá fazer a desincompatibilização somente três meses antes da disputa eleitoral.