POLÍTICA

Ex-vereador defende limite da área do plantio da cana

Reagindo às criticas, ex-vereador Gilberto Caixeta (PSDB) sai em defesa do dispositivo que determina o limite...

Publicado em 26/03/2012 às 19:31Atualizado em 19/12/2022 às 20:33
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Reagindo às criticas, ex-vereador Gilberto Caixeta (PSDB) sai em defesa do dispositivo que determina o limite de 10% do plantio de cana de açúcar em Uberaba. Durante solenidade realizada sexta-feira, na Usina Vale do Tijuco, o prefeito Anderson Adauto (PMDB) disse considerar absurda a aprovação da emenda à Lei Orgânica do Município, realizada em 2002, pelo Legislativo. A delimitação, aprovada em 2002, é de autoria do tucano quando exerceu mandato de vereador. 

De acordo com ele, a aprovação foi importante porque na época, a cultura canavieira era algo novo no município. Segundo o tucano, havia dúvidas quanto ao impacto social na rede de proteção. “O trabalho nos reportava à época de escravidão, pois o desgaste físico era terrível”, completa

Caixeta, colocando a delimitação da área de plantio como legítima e destacando que o retorno econômico da cana de açúcar não está socializado, tendo em vista a geração de mais despesas para o Município.

Para ele, a aprovação foi um ato corajoso, pois trouxe no bojo da proposta um conjunto de dispositivos, como a mecanização da colheita e as áreas permitidas para o plantio, evitando-se o avanço em áreas como a comunidade de Peirópolis – local de grande potencial geológico – e na área urbana, como ocorria nas imediações do Residencial 2000. “A colocação do limite se tornou referência nacional”, destaca.

O ex-vereador é contra a revogação da emenda à LOM – a qual foi retirada de tramitação a pedido do próprio prefeito, com a justificativa de incluir mais dados na proposta para serem levados à discussão. De acordo com ele, os vereadores não podem se acovardar, assim como fizeram ao acatar a imposição da Lei Delegada, e não aprovar o aumento de número de Cadeiras na Câmara Municipal de Uberaba.

Por fim, ele aponta o debate aberto pelo prefeito como pobre. “Não podemos apenas propor o reducionismo da lei. Proponho um estudo como um todo sobre a limitação, para ser levado para o debate”, conclui. (DB)

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