POLÍTICA

Feira da Abadia pode ser declarada patrimônio imaterial do município

A feira conta com 611 feirantes cadastrados, sendo considerada a maior em extensão e em número de comerciantes em Uberaba

Daniela Brito
Publicado em 06/04/2019 às 13:55Atualizado em 17/12/2022 às 19:39
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Feira conta com 611 feirantes cadastrados, considerada a maior em extensão e em número de comerciantes

Vereadores dão início amanhã (8) às reuniões ordinárias referentes ao mês de abril na Câmara Municipal de Uberaba. A pauta prevê seis projetos a serem discutidos pelos parlamentares. Todos de autoria dos próprios vereadores. 

Um dos destaques é a proposta de autoria de três vereadores – Ronaldo Amâncio (PTB), Samuel Pereira (PR) e Almir Pereira da Silva (PR) – que visa declarar a feira da Abadia como patrimônio imaterial do município de Uberaba. A maior feira comercial uberabense, realizada todos os domingos na avenida Prudente de Morais, foi criada oficialmente em 1979, durante a gestão do então prefeito Silvério Cartafina. Atualmente, a feira da Abadia conta com 611 feirantes cadastrados, sendo considerada a maior em extensão e em número de comerciantes em Uberaba. Ali, são comercializados diversos produtos, divididos em cinco categorias: alimentos, vestuários, artesanato, industrianato e industriais.

Além disso, a feira da Abadia tem como ponto principal as tradicionais barracas de pastel, consideradas ponto de encontro de muitos uberabenses – sejam crianças, jovens, adultos, idosos e famílias inteiras. “A feira da Abadia é um dos espaços de memória viva que estão em transformação, compondo a história, o cotidiano, a memória e a identidade dos moradores, ou seja, do bairro tradicional grande Abadia”, diz os autores na justificativa do PL.

Almir Silva também apresenta para discussão a proposta que cria o programa “Nascente Nova”, que dispõe sobre a identificação, recuperação e preservação de nascentes no âmbito do município. O PL tem como objetivo garantir a qualidade da água, incentivando os produtores rurais a se envolverem no processo, mediante compensação pelos serviços ambientais por eles prestados. 

Também está prevista a discussão do projeto de lei que dispõe sobre a negociação coletiva, o direito de greve e o afastamento de dirigentes sindicais, a serem aplicáveis aos servidores públicos municipais. A proposta é de iniciativa do presidente da Casa, vereador Ismar Vicente Marão (PSD). Por meio de outro projeto de lei, o presidente também pretende alterar a legislação que estabelece normas pelas quais as entidades são declaradas de utilidade pública. Marão quer acrescentar a exigência de apresentação de certidões negativas cível e criminal emitidas pela Justiça Estadual e Federal em nome das entidades.

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