POLÍTICA

Fiscalização na rodoviária aponta problemas na limpeza e iluminação

Problemas detectados na fiscalização de agosto, como a ausência de placa proibindo o consumo de bebidas alcoólicas das 23h às 6h, não foram corrigidos; a melhoria do sistema de monitoramento foi atend

Gisele Barcelos
Publicado em 30/10/2021 às 16:20Atualizado em 19/12/2022 às 01:22
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Foto/Divulgação

Fiscais da Prefeitura estiveram na semana que passou no terminal rodoviário para checar o cumprimento de obrigações por parte da concessionária

Após questionamentos na Justiça sobre concessão do terminal rodoviário, Prefeitura publicou neste fim de semana relatório de fiscalização realizada no local durante a segunda quinzena de outubro. O documento aponta problemas com a limpeza do prédio, iluminação interna e segurança.

Disponibilizado na última edição do Porta-Voz, o relatório é referente à fiscalização realizada no terminal pela equipe da Prefeitura no dia 20 de outubro. Após a visita, os fiscais indicaram a necessidade de melhoria da limpeza do chão e dos vidros do prédio, bem como a troca de lâmpadas queimadas na área interna.

Outra recomendação feita à concessionária foi a colocação no terminal de aviso aos usuários sobre a proibição de ingestão de bebida alcoólica no local no período das 23h às 6 horas.

Ainda conforme o relatório, no dia da vistoria não foram encontrados fiscais de segurança para a vigilância do terminal. O mesmo problema já havia sido apontado em relatório de agosto.

Por outro lado, o documento informa que a empresa responsável pela concessão acatou as sugestões anteriores quanto ao sistema de videomonitoramento na rodoviária.

Segundo o documento, as câmeras de vigilância foram reposicionadas para melhor visualização. Além disso, o relatório apontou que foram adicionadas mais câmeras em pontos cegos para ampliar a segurança.

A situação do terminal rodoviário foi colocada nos holofotes após o vereador Paulo César Soares China (PMN) protocolar ação popular em que questiona a concessão do terminal. Na petição, o parlamentar solicita a rescisão do contrato com a administradora do local.

A representação contesta a prorrogação do contrato até 2067 e, também, cobra o pagamento retroativo de mais de R$500 mil em outorga prevista inicialmente na concessão. 

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