O vereador Jorge Ferreira (PMN), em seu depoimento à Comissão Processante constante do relatório entregue pelo relator
O vereador Jorge Ferreira (PMN), em seu depoimento à Comissão Processante constante do relatório entregue pelo relator José Severino (PT) aos colegas, negou boa parte das acusações feitas contra ele. A versão do acusado de improbidade administrativa e assédio sexual foi colhida pelos membros da comissão, no dia 17 de abril, sob a assessoria jurídica dos servidores Luís Carlos Vinhal e Marcelo Alegria, além dos advogados de defesa e acusação.
Durante seu depoimento, Jorge foi questionado pelo presidente da Comissão, Luiz Humberto Dutra (PDT), sobre seu conhecimento com a denunciante D.F.P. Segundo o vereador, ele conheceu a assessora através do ex-vereador Paulo Pires e que a contratou a pedido do mesmo. Sobre as acusações feitas por ela, de assédio sexual e devolução de parte do salário, Ferreira negou, bem como a devolução de vencimento de outros assessores de seu gabinete.
Ainda durante o depoimento, o relator José Severino indagou Jorge Ferreira por qual motivo o servidor Jairo Celso Caetano o denunciou, já que trabalhou tão pouco tempo em seu gabinete e recebendo todos os seus vencimentos, como o vereador mesmo disse. Jorge Ferreira respondeu que “aqui entram outras pessoas e as quais na época da campanha até um pouco depois de eleito se diziam muito minhas amigas, mas que depois essa amizade veio abaixo quando eu não consegui colocar membros da própria família dentro do meu gabinete”.
Em dado momento do depoimento, quando questionado se prometeu emprego a Jairo Celso, o vereador confirmou que sim, mas, em muitos trechos, Ferreira destaca cobrança de colaboradores da campanha para colocação da Câmara Municipal.