Sigilo e total discrição em conduzir a investigação sobre as denúncias de assédio sexual e improbidade administrativa formuladas contra o vereador Jorge Ferreira, do PMN.
Sigilo e total discrição em conduzir a investigação sobre as denúncias de assédio sexual e improbidade administrativa formuladas contra o vereador Jorge Ferreira, do PMN. Entrevistado pelo Jornal da Manhã, o presidente da Comissão Processante, Luiz Dutra (PDT), preferiu não externar detalhes acerca do que está sendo feito.
Entretanto, fonte ligada à reportagem garantiu que na segunda-feira, 23, o vereador acusado foi notificado pela Comissão Processante para apresentar defesa em dez dias, por escrito, podendo também arrolar testemunhas.
Ainda segundo informações, a partir da assinatura no termo de notificação, começa a contar o prazo de 90 dias, concedidos para finalizar o relatório a ser submetido em plenário.
Se após a apresentação da defesa de Jorge Ferreira a comissão analisar que as provas são insuficientes ou inverídicas para sequenciar a investigação, elabora-se um relatório a ser lido em plenário que irá decidir pela continuidade ou não da investigação.
Em contrapartida, se a comissão optar pela sequência, prosseguem os trabalhos normalmente, pois já foi publicado um edital com os trâmites da Comissão Processante.