POLÍTICA

Manifestantes contra Bolsonaro fazem ação social no Dia da Independência

Luiz Henrique Cruvinel
Publicado em 06/09/2021 às 15:48Atualizado em 19/12/2022 às 02:09
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Imagens/Léo (Observatório Urbano)

A ação contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), neste dia 7 de setembro, teve cunho social e afetivo em Uberaba, segundo uma das organizadoras, Maíra Rosa. Além da manifestação em desfavor do Presidente da República, o movimento fez ações de conscientização, distribuição de máscaras PFF2 e registro de solicitações da comunidade. Maíra explicou para a reportagem que a ação atingiu o objetivo. "Maravilhosa. Cerca de 300 pessoas, incluindo manifestantes e a própria comunidade", afirmou. Nenhum incidente foi registrado e a ação foi transmitida pelas redes sociais. 

Em entrevista à Rádio JM, Maíra Rosa classificou a ação como “solidariedade de classe”, e justificou a escolha por permanecer com o bloco apenas no Residencial 2000, ao contrário do movimento pró-Bolsonaro, que ocupou as principais ruas da cidade.

“São duas questões: uma por medida de segurança, para evitar o confronto, e também a gente resolver fazer um trabalho de solidariedade de classe. Vamos ao [Residencial] 2000 para distribuir máscaras, orientar, entender a realidade das periferias. Os nossos atos dialogam com os pares, mas também com quem é da classe trabalhadora, passando por problemas, quem está precisando, para orientar ações dentro dos bairros”, declara Maíra.

Para a divulgação do ato, os organizadores fizeram “trabalho de base”, interrogando e apresentando a proposta para os cidadãos nas ruas. Segundo Maíra, foram mais de 1.200 pessoas contatadas, e houve um alto grau de recepção às ideias do projeto.

O movimento tem como parceiros coletivos progressistas e de oposição, como o Beth Pantera, que protestou contra o título de cidadão uberabense ao deputado Marco Feliciano, e o Uberaba Pró Vacinas, que exige maior transparência e agilidade no processo de imunização contra a covid-19 na cidade.

A concentração do ato foi às 10h, nas proximidades do Centro de Referência de Assistência Social.

Veja vídeo

Confira alguns clicks do Levante Popular da Juventude:

Em agosto, Bolsonaro enalteceu a compra de armas e desprezou o alto preço dos alimentos, quando declarou que: "Eu sei que custa caro. Daí tem um idiota que diz "ah, tem que comprar feijão". Cara, se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar"

Grupo anti-Bolsonaro reunido no bairro Residencial 2000

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