Acontece nesta manhã, em Brasília, a audiência do prefeito Anderson Adauto (sem partido) com a gerente do Banco Mundial no Brasil e América Latina, Juliana Garrido, cujo objetivo é conseguir o aditamento do prazo previsto no financiamento do projeto Água Viva – que expira no dia 31 de dezembro. A discussão também contará com o presidente do Codau, José Luiz Alves.
O prefeito tem como expectativa conseguir a dilatação do prazo em mais doze meses, destacando que o programa é um dos mais bem-sucedidos no município. “Entendo que o pedido será atendido. Conseguimos aumentar o volume de obras e, consequentemente, os recursos, e o novo governo precisará de mais tempo para concluí-las”, justifica o prefeito.
Segundo ele, o dilatamento do prazo seria necessário para a conclusão das obras de duplicação dos canais e interceptores de esgoto das avenidas Guilherme Ferreira, Santos Dumont e Santa Beatriz. Ainda inclui a terceira Estação de Tratamento de Água, a reforma das duas ETAs existentes, a modernização do sistema de abastecimento e a conclusão do Plano Municipal de Saneamento.
O financiamento totaliza US$17,27 milhões junto ao Banco Mundial. Porém, o Água Viva está orçado em R$290 milhões, somando os recursos obtidos junto ao Pro-Saneamento e no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e ainda do governo federal (R$226 milhões), Fhidro - Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais - (R$ 5 milhões), além de contrapartidas da Prefeitura e do Codau.