POLÍTICA

Nutriplus recebe aditivo e fornece merenda por mais seis meses

Merenda será fornecida pela Nutriplus até que se faça nova licitação, mediante a desistência da PMU em retomar o serviço

Gisele Barcelos
Publicado em 25/12/2013 às 16:21Atualizado em 19/12/2022 às 09:41
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  Prefeitura vai prorrogar o contrato com a Nutriplus. A empresa encerraria a prestação de serviços no dia 21 de dezembro, mas receberá aditivo por seis meses e continuará fornecendo a alimentação escolar até julho de 2014. A medida foi tomada porque o município desistiu da proposta de reassumir o serviço da merenda. Desde o início do ano, a Secretaria Municipal de Educação analisava a possibilidade de encerrar a terceirização da merenda escolar. No entanto, o levantamento técnico apontou um custo alto para que o serviço voltasse à responsabilidade do município. “Não temos ainda condição de assumir. As nossas cozinhas estão em condições precárias. Teríamos que comprar 100 fogões industriais, 100 freezeres, 100 geladeiras de grande porte e mais de 25 mil talheres. Ficamos assustados com isso”, salienta a titular da Educação, Silvana Elias. Com isso, a solução foi prorrogar o contrato da Nutriplus pela segunda vez. Em agosto, a empresa recebeu o primeiro aditivo no valor de R$ 7,2 milhões, estendendo a validade de 22 de junho para 21 de dezembro. Ainda não há informações sobre o custo da nova prorrogação contratual. De acordo com a secretária, a Prefeitura deverá manter a terceirização, mas os critérios serão revistos para a abertura de uma próxima licitação. Atualmente, a prestação de serviços abrange desde o fornecimento de gêneros alimentícios até a preparação da alimentação escolar, supervisão e manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos e utensílios utilizados nas cozinhas. O contrato abrange todas as escolas, creches e centros municipais de educação infantil (Cemeis).  O novo edital em estudo deverá englobar apenas o fornecimento de mão de obra e os equipamentos para prestação de serviços. Desta forma, a administração municipal voltaria a ser responsável pela compra dos gêneros alimentícios utilizados na merenda e teria controle sobre o cardápio oferecido aos estudantes. Além disso, nesse modelo seria possível utilizar recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para o custeio da despesa, pois o município recebe anualmente R$ 3 milhões do governo para compra de alimentos destinados à merenda. O valor não podia ser transferido para a empresa terceirizada. (GB) 

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