POLÍTICA

Olho Vivo não funciona antes do período de festas natalinas

Olho Vivo não entrará em funcionamento antes das festas do Natal. O cronograma foi adiado para o início de 2014 por causa de dificuldades encontradas pela empresa responsável

Gisele Barcelos
Publicado em 27/11/2013 às 11:07Atualizado em 19/12/2022 às 10:03
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Jairo Chagas

Técnicos da empresa responsável pela implantação do sistema de videomonitoramento encontraram obstáculos para passar as fibras óticas

  Olho Vivo não entrará em funcionamento antes das festas do Natal. O cronograma foi adiado para o início de 2014 por causa de dificuldades encontradas pela empresa responsável por instalar o circuito de videomonitoramento.   O secretário municipal de Governo, Wellington Cardoso, informa que recebeu posicionamento oficial da empresa e o prazo para instalação das câmeras será adiado até no máximo fevereiro. “O problema está exclusivamente no centro da cidade. A equipe encontrou obstáculos resistentes para a passagem do cabo ótico e vão ter que mudar o sistema de perfuração para concluir o serviço”, acrescenta.   No fim de semana a Prefeitura deu início ao processo seletivo para contratar os agentes que farão o acompanhamento em tempo real das imagens. Segundo Wellington, a seleção continuará normalmente.   Foram emitidas 78 guias para recolhimento da taxa de inscrição, mas apenas 50 candidatos efetivaram o pagamento para confirmar a participação no processo. Os documentos estão sendo analisados pela equipe de recursos humanos e, em seguida, a Polícia Militar fará a investigação social de todos os inscritos. Os aprovados seguem para a entrevista e avaliação psicológica. Quem for selecionado passará por um treinamento desenvolvido pela PM.   Quanto à questão financeira, o secretário revela que não houve novidades sobre a proposta de compartilhamento das despesas de manutenção com os bancos. A maioria das instituições financeiras não se manifestou sobre a ajuda de custeio ao programa. Wellington não tem conhecimento se houve avanço na mobilização junto às entidades classistas ligadas ao comércio.   Com as despesas de pessoal, aluguel de postes, gastos com energia elétrica e a manutenção preventiva das câmeras, a estimativa da Prefeitura é desembolso de R$1,1 milhão por ano. O Estado entrou com investimento de R$3,6 milhões para compra e instalação dos equipamentos.

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