POLÍTICA

Para fechar contas, CMU precisa de R$ 630 mil

Câmara precisa de R$630 mil para fechar as contas de 2013. Montante consta do levantamento das necessidades financeiras

Renata Gomide
Publicado em 27/11/2013 às 01:36Atualizado em 19/12/2022 às 10:03
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A Câmara precisa de R$630 mil para fechar as contas de 2013. Montante consta do levantamento das necessidades financeiras do Legislativo que foi entregue ontem, em mãos, ao prefeito Paulo Piau (PMDB) pelo presidente da Casa, Elmar Goulart (SDD). O documento estava sendo elaborado desde a semana passada, após o chefe do Executivo ter assegurado ao vereador que iria ajudá-lo com o caixa.   Segundo Elmar, o atraso de alguns dias no repasse do relatório aconteceu porque o primeiro levantamento apontou para um valor da ordem de R$720 mil. “Pedi que refizessem e meu pessoal enxugou ao máximo. Foi um exercício violento”, conta o presidente, que, ao entregar os dados ao prefeito, disse que ouviu dele o compromisso de repassar o dinheiro até o fim do ano, mas em duas parcelas, uma este mês e a outra em dezembro.   Para chegar ao montante solicitado à PMU, Elmar disse que serão cortados gastos com material de consumo, mas assegura que não faltará o necessário para o desempenho das atividades parlamentares. “Estou aliviado agora. Muito tranquilo, graças a Deus, porque não vamos deixar nenhum lapso para ser pago e para o que ficar empenhado, em restos a pagar, ficará dinheiro no banco para meu sucessor [Samir Cecílio]”, completa.   Os problemas com o caixa da Câmara se agravaram a partir de abril, quando o duodécimo repassado pela Prefeitura, então de 6% do orçamento, caiu para 5% e o Executivo passou a descontar os valores liberados a mais. Além disso, a Casa contava com os cerca de R$2,7 milhões devidos de 2012, mas que não foram depositados pelo então prefeito Anderson Adauto (PRB), dinheiro que Elmar tentou receber de Piau, mas que o convenceu da ilegalidade do ato.   Ante o auxílio financeiro que virá da PMU, ainda ontem o presidente se reuniu com o diretor-geral e a controladora-geral, respectivamente, Paulo Martinelli e Rosângela Alkimim, para avaliar a possibilidade de conceder abono natalino aos servidores da Câmara. Até então o benefício havia sido descartado, por falta de recursos, mas agora Elmar retomou a discussão, muito embora tenha sido cauteloso ao falar desse assunto. De acordo com ele, será avaliada a possibilidade de pagar o abono natalino.

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