Após rumores de possível ameaça na instalação da fábrica de amônia por causa do impasse, a estatal foi acionada para se posicionar
Petrobras preferiu não se manifestar no momento sobre atraso para início das obras do gasoduto. Após rumores de possível ameaça na instalação da fábrica de amônia em Uberaba por causa do impasse, a estatal foi acionada para posicionamento oficial, mas a assessoria de imprensa informou que não responderá questionamentos sobre o assunto por enquanto. Durante evento em Belo Horizonte, o prefeito Paulo Piau (PMDB) apresentou e-mail do diretor da Petrobras, José Alcides Santoro Martins. No material, o diretor cobrava celeridade na definição do gasoduto ao secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida. No texto, Martins afirmava que não seria possível avançar para a fase seguinte da fábrica sem solução do gasoduto até julho de 2013. Com isso, a instalação da unidade de fertilizantes poderia atrasar ou até mesmo ser inviabilizada. A reportagem do Jornal da Manhã não teve acesso ao documento lido pelo prefeito. A assessoria de imprensa da Petrobras foi acionada na terça-feira (16) para esclarecer se houve realmente o contato com o Ministério estabelecendo prazo até o fim do mês para a definição da modalidade do gasoduto. Também foi questionado se o impasse em relação ao duto poderia resultar em cancelamento dos investimentos em Uberaba. O departamento encaminhou resposta ontem e declarou apenas que não atenderia demandas sobre o assunto no momento.