POLÍTICA

Pré-candidatos ao governo serão cobrados quanto ao 2º batalhão

Em sessão dedicada a requerimentos e moções, o vereador Cléber Cabeludo apresentou um manifesto pela segurança pública

Renata Gomide
Publicado em 20/10/2013 às 16:00Atualizado em 19/12/2022 às 10:34
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Em sessão dedicada a requerimentos e moções, o vereador Cléber Cabeludo (Pros) apresentou um manifesto pela segurança pública de Uberaba, com foco na viabilização de um segundo batalhão da Polícia Militar para a cidade. Sua meta é encaminhar a demanda a todo e qualquer pré-candidato ao governo de Minas Gerais que cumprir agenda no município.

“A insegurança em Uberaba não é diferente do Estado e do restante do país. É a maior preocupação da família brasileira. Eu saio na rua e as pessoas pedem apoio”, revela Cléber, que diz acreditar que todos os colegas não irão se omitir em assinar o manifesto, para o qual acrescenta que também irá buscar apoio junto a entidades de classe e clubes de serviço como Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial, Industrial e de Serviços (Aciu), Rotary e Lions.

Cléber reforça a necessidade de “marcar posição” em torno desse tema – também defendido pelo Grupo dos 9 (G-9), em recente audiência com o governador Antonio Anastasia (PSDB) – ao invés de ficar sentado esperando. “Vamos buscar o compromisso daqueles que serão candidatos. Eles vêm aqui e nós entregamos a eles nossas necessidades”, reforça. O vereador João Gilberto Ripposati (PSDB) se manifestou favorável à iniciativa do colega, que também defendeu a viabilização de um helicóptero para a cidade, assim como uma unidade da Cavalaria.

Ainda na sessão, o tucano apresentou a proposta de Emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) nº 005/13, a qual dispõe sobre a redução no número de assinaturas para apresentação de projetos de iniciativa popular. Atualmente são necessários um mínimo de 5% de apoios, considerando o eleitorado local (213.442 eleitores, segundo dados de agosto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo que Ripposati defende que o índice caia para 2,5%.

Desde a promulgação da LOM, em 1990, apenas um projeto de iniciativa popular foi transformado em Lei (5.724/95), que trata da coleta seletiva do lixo industrial, comercial e residencial no município, lembra Ripposati. A proposta nasceu no Colégio São Judas Tadeu. "Nós estamos ampliando os instrumentos da democracia participativa, sintonizados com as manifestações de rua de todo o Brasil, que clamam por maior participação das pessoas na formulação da política pública”, finaliza o vereador.

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