De acordo com AA, o compromisso é priorizar programa com ações para Assistência Social, Educação, Saúde, que será iniciado a partir de agora
“Queria que estivesse melhor.” Esta á avaliação do prefeito Anderson Adauto dos primeiros seis meses de governo. Segundo ele, a equipe está mais experiente e tem condições de fazer um trabalho melhor, porém a maré baixa na economia e a queda da arrecadação atrapalharam a gestão. “Nós perdemos 10% da receita de janeiro a maio. Isso é muito significativo”, reforça. Anderson lembra que várias ações programadas para este ano ficaram suspensas e não há condições de implementá-las agora. No entanto, o chefe do Executivo comemora a recente recuperação da receita observada no mês de junho e espera que a tendência continue até o fim do ano. “Assim, poderemos diminuir um pouco o nível de dificuldades que passamos no primeiro semestre”, salienta. De acordo com AA, o compromisso é priorizar programa com ações para Assistência Social, Educação, Saúde, que será iniciado a partir de agora. Além disso, ele adianta que a Prefeitura deve retomar obras inacabadas e emperradas desde o início do ano por falta de recursos, entre elas: o Centro Avançado do Boa Vista e os viadutos das avenidas Elias Cruvinel e São Paulo. Se por um lado houve queda na arrecadação, Anderson pondera que o volume de recursos conquistados no governo federal foi maior este ano e possibilidade manter um mínimo de investimentos na cidade. Já o tucano Fahim Sawan considera que havia uma expectativa para a continuidade do governo Anderson, mas ocorreu uma interrupção na Prefeitura. Ele salienta que as obras iniciadas às vésperas da eleição estão paradas e as melhorias anunciadas ficaram só nas promessas de campanha. “A administração está acomodada e com uma bela desculpa, a crise econômica. Estive em Uberlândia, Juiz de Fora e Montes Claros e as cidades continuam como canteiros de obras”, argumenta.
Fahim espera para a segunda quinzena de agosto a presença do vice-governador Antonio Anastasia (PSDB) e do secretário estadual de Saúde, Marcos Pestana (PSDB), para inaugurar reformas do Hospital Escola e do Ambulatório Maria da Glória, custeadas com recursos do orçamento de Minas.