POLÍTICA

Prefeitura espera contribuição de bancos para programa Olho Vivo

Manutenção do sistema de monitoramento do programa Olho Vivo irá custar R$ 413.674,77 ao ano. Parte dos recursos virá dos cofres municipais...

Gisele Barcelos
Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 17/12/2022 às 04:56
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Manutenção do sistema de monitoramento do programa Olho Vivo irá custar R$ 413.674,77 ao ano. Parte dos recursos virá dos cofres municipais, que fica responsável por 26 funcionários, e o restante será investido pelos empresários. No total, 36 pessoas serão contratadas para a central. As entidades classistas assinam na próxima semana convênio com Prefeitura e Câmara Municipal para formalizar a parceria.

De acordo com o subsecretário de Governo, Wellington Cardoso, as contratações serão feitas até julho, pois nos dois meses seguintes os funcionários passarão por treinamento realizado pela Polícia Militar, que também irá coordenar o grupo de trabalho. A central de monitoramento está prevista para entrar em operação em outubro e ficará instalada na Regional Integrada de Segurança Pública (Risp), que deve ser inaugurada em agosto.

O subsecretário conta que vai mapear as agências bancárias instaladas nas vias atendidas pelo Olho Vivo e irá convocar as instituições para reunião com o prefeito Anderson Adauto. Ele lembra que o setor será diretamente beneficiado, mas ainda não houve qualquer manifestação para participar do investimento.

Nesta primeira fase, 54 câmeras de vigilância serão distribuídas nas principais ruas e avenidas do comércio local, tais com São Benedito, Tristão de Castro, Leopoldino de Oliveira, Artur Machado, Prudente de Morais e Fernando Costa. Segundo Wellington, o traçado foi feito para ter uma visão completa da região e viabilizar o monitoramento em caso de possíveis crimes.

Ele acrescenta que também a praça do Uberabão também terá vigilância para garantir maior segurança nos dias de jogos e eventos. “O projeto vai aumentar a segurança não só nas áreas onde as câmeras forem instaladas. Essas regiões não vão precisar da presença do policiamento e o efetivo poderá ser deslocado para outros locais. O Olho Vivo também trará mais viaturas e equipamentos para PM, assim haverá mais agilidade para atender às demandas”, conclui o subsecretário.

O Estado vai aplicar R$ 3,5 milhões para compra das câmeras e instalação da infraestrutura necessária para a central de monitoramento.

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