Apesar de a arrecadação municipal ter reagido a partir de junho, continua valendo a ordem para enxugar a folha de pessoal na Prefeitura. Cerca de 170 contratos vencem em julho e não podem ser mais prorrogados, mas a orientação é aguardar o resultado do concurso público para recompor o quadro.
De acordo com o secretário municipal de Administração, Rômulo Figueiredo, serão substituídos apenas os funcionários de setores com demanda de urgência, como Saúde e Educação. Esses casos ainda não foram quantificados. “Onde for possível segurar as pontas, vamos segurar. Até porque já estamos perto do concurso. Até lá faremos sacrifícios e remanejaremos os servidores”, acrescenta.
Rômulo pondera que não se pode descuidar da economia só porque a receita melhorou. Segundo ele, o processo de aprimoramento é contínuo, pois o gasto com recursos humanos chega a levar 50% dos cofres públicos. “A crise nos levou a fazer exame e reflexão para manter o estritamente necessário”, disse.
Por outro lado, o secretário que não é apenas uma questão financeira. Segundo Rômulo, a Prefeitura tem uma determinação para acabar com as contratações temporárias até 31 de dezembro de 2010. Por isso, é preferível esperar a homologação do concurso para preencher as vagas.