Na primeira reunião plenária do mês foi apresentado um projeto de lei que reajusta o tíquete-alimentação
Na primeira reunião plenária do mês, ontem, a Mesa Diretora da Câmara apresentou um projeto de lei para tramitação que reajusta o tíquete-alimentação dos servidores da Casa dos atuais R$210 para R$350. Objetivo é conceder o benefício a partir do dia 1º de maio, assim como o ajuste nos salários da categoria, da ordem de 8%, que também será levado a plenário para votação ainda em abril.
Para o vereador Tony Carlos (PMDB), a Prefeitura deveria fazer o mesmo para seus funcionários – aumentar o tíquete –, “porque quando a gente remunera bem, o serviço rende mais e com satisfação”.
Nada menos do que 400 pessoas se inscreveram para o processo seletivo da CMU para os cargos de nível técnic fotógrafo (6), advogado (75), motorista (31), motoboy (37), assessor de processo legislativo (88) e administrativo (102), assessor de comunicação (40), cinegrafista (2) e editor de TV (19). O prazo para efetivação deste procedimento e da seleção de pessoal para nível médio, conforme o Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público, expira no dia 28 de abril, mas o diretor-geral da CMU, Rodrigo Souto, assegura que tudo está sendo feito para que não haja necessidade de solicitar a prorrogação da data – medida é prevista no TAC.
Ele estima que até a quarta-feira saia publicado o edital do segundo processo e, até lá, o Legislativo tenha feito a triagem dos inscritos na atual seleção para repassar à PMU, que fará as entrevistas com os candidatos.
O presidente da Câmara, Luiz Humberto Dutra (PDT), confessa que está sendo muito assediado por pessoas interessadas em ser aprovadas. Ele, contudo, diz que no seu cargo é preciso saber ouvir para depois dizer não.
Pauta. Apenas o Executivo encaminhou ontem para tramitação nada menos do que cinco projetos. Um deles dispõe sobre o veto ao PL 173/10, de autoria de Marcelo Machado Borges, o Borjão (PMDB), que institui a Campanha Permanente de Orientação e Prevenção à Meningite. A matéria é considerada inconstitucional, porque impõe despesa à Prefeitura.
A votação deverá render um bom embate entre os poderes, já que, após ser levado a plenário no dia 14 de fevereiro, sendo aprovado por dez votos, Itamar Ribeiro de Resende (DEM) conclamou os colegas a manterem a coerência e derrubarem o veto quando ele voltar para apreciação.