Carlos Assis, secretário de Desenvolvimento Econômico, comemora a indicação da diretora de gás e energia, Maria das Graças Foster, para a presidência da Petrobras. A indicação dela foi feita pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que preside o Conselho da Petrobras Ele deve encaminhar o nome de Foster na reunião do Conselho Administrativo, prevista para 9 de fevereiro. Aprovado o nome, a diretora assume o principal posto de comando da estatal.
De acordo com ele, a futura presidente é uma defensora da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN V), responsável pela fabricação de amônia, em processo de implantação em Uberaba. “Ela é a madrinha do projeto, assim como padrinho foi o ex-vice-presidente José Alencar. Se nomeada presidente, os tramites só tendem a facilitar. Ela dará outra dimensão ao projeto”, coloca o secretário. O investimento, da ordem de R$1,7 bilhão, estava previsto para começar a operar em dezembro de 2014, mas, em virtude de alterações no novo plano de negócios da estatal, foi adiado para setembro de 2015.
Com a nomeação de Maria das Graças Foster, Carlos Assis tem certeza de que não haverá nenhum atraso por parte da Petrobras e não descarta inclusive uma possível antecipação do início das operações na planta de amônia. Conforme avalia, toda a coluna vertebral do projeto está pronta, sendo que em breve será divulgado o nome da empresa responsável pelos serviços de terraplenagem da área, localizada no Distrito Industrial 3. (DB)