Persistem reclamações do funcionalismo sobre custo da cesta de serviços da CEF; assunto já foi questionado junto à administração
Arquivo
Luís Carlos dos Santos apresentou a insatisfação dos servidores à gerência da Caixa
Persistem reclamações do funcionalismo municipal sobre o custo da cesta de serviços da Caixa Econômica Federal (CEF). O assunto já foi questionado junto à administração e agora os sindicalistas defendem a alternativa de portabilidade de salário se o banco não revisar os valores.
O presidente do SSPMU (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba), Luís Carlos dos Santos, apresentou a insatisfação dos servidores à gerência da Caixa esta semana. Ele salienta que ano passado a cesta passou de R$5,60 para R$19, o que já foi contestado junto à administração e à Caixa, mas sem nenhuma providência tomada. De acordo com o sindicalista, agora o valor subiu novamente e está em R$25.
Santos considera o custo alto para o funcionário público. “Queremos alternativas a esse valor. O servidor não pode pagar a conta da venda da folha pela Prefeitura”, argumenta, lembrando que a Prefeitura renegociou com a Caixa Econômica em dezembro de 2016 o gerenciamento da folha dos servidores por cinco anos e logo depois o valor da cesta de serviços aumentou.
O gerente da CEF informou aos sindicalistas que esse é o valor mínimo cobrado pela instituição financeira para a manutenção de contas de pessoa física, mas sinalizou que, conforme a movimentação do servidor, é possível desconto progressivo na taxa.
Já o presidente do SSPMU defendeu a portabilidade de salário, permitindo a transferência dos vencimentos depositados pela Prefeitura na Caixa para o banco de preferência do servidor. “Vamos procurar instituições bancárias que ofereçam taxas mais baixas pelos mesmos serviços oferecidos”, adianta.