Paralisação do funcionalismo público municipal, marcada para esta quarta, deverá ocorrer de forma organizada, dentro da legalidade
Paralisação do funcionalismo municipal, marcada para esta quarta-feira, deverá ocorrer de forma organizada, dentro da legalidade, conforme garantem os presidentes dos sindicatos dos Servidores Públicos (SSPMU), Luiz Carlos Santos, e dos Educadores (Sindemu), Adislau Leite.
A manifestação tem início às 10h da manhã, em frente do portão principal de acesso ao Centro Administrativo. O acesso dos servidores que queiram trabalhar será feito através do portal lateral. O assessor jurídico do SSPMU, Carlos Ribeiro, afirma que os servidores não serão impedidos de entrar para trabalhar e que o fluxo de pessoas - principalmente contribuintes que queiram buscar informações sobre o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) - também não será dificultado. Segundo ele, a entidade entende que todos os serviços públicos são essenciais e, por isso, recomenda o percentual mínimo de 30% de servidores para o atendimento à população.
Durante a manifestação, os sindicalistas realizam assembleia geral para apresentar a última proposta de reajuste apresentada pelo prefeito Anderson Adauto (PMDB) de 6%, pagos em três vezes, e o aumento do tíquete-alimentação – também a ser pago dividido em três vezes.
Uma das alternativas dos sindicalistas - a ser apresentada ainda nesta quarta-feira - é o reajuste de 6% ser pago de forma imediata e que o tíquete-alimentação tenha um aumento de R$60, sendo pago em duas vezes. Caso não haja acordo, a categoria poderá entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, dia 9.