POLÍTICA

Sindicato dos Educadores cobra piso e jornada fora de classe para categoria

O presidente do Sindemu, Adislau Leite, entende que o fim do 14º evidenciou a situação desumana imposta aos educadores

Publicado em 02/11/2013 às 00:50Atualizado em 19/12/2022 às 10:24
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Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba (Sindemu) defende o pagamento integral do piso da categoria como solução para diminuir o desgaste da saúde dos professores. Outra reivindicação é a reserva de um terço da jornada de trabalho para atividades de planejamento fora da sala de aula. O presidente do Sindemu, Adislau Leite, entende que o fim do décimo quarto evidenciou a situação desumana imposta aos educadores e o prejuízo se reflete nos números atuais de licenças de saúde. Conforme o sindicalista, os professores trabalham em constante pressão psicológica, seja por parte dos alunos ou das chefias.   Além disso, ele argumenta que os salários oferecidos na rede municipal estão abaixo do valor estabelecido na lei do piso nacional. “A remuneração não condiz com a realidade do profissional e, por isso, o educador recorre a outros turnos de serviço. Isso desgasta, até porque cada emprego exige tempo para planejamento e também para atribuições burocráticas das unidades”, salienta.   De acordo com o sindicalista, a mobilização em prol do pagamento do piso nacional e da reserva de parte da jornada para atividades extraclasse continuará sendo reivindicada nas negociações do próximo ano. O Sindemu inclusive já acionou os vereadores para verificar o orçamento de 2014 e cobrar a previsão no projeto do piso de R$1.567 para a categoria.

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