Hoje, dia 17, o Sinte-MED realiza manifestação na porta do Ambulatório Maria da Glória, programada para começar às 7 horas
Nesta sexta-feira (17), o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Município de Uberaba (Sinte-MED) realiza manifestação na porta do Ambulatório Maria da Glória. O manifesto está programado para começar às 7h com evento denominado “Café da manhã com bolinho de mentira”. Documento com as reivindicações da categoria e da comunidade serão entregues ao superintendente do Hospital de Clínicas e ao reitor da UFTM. De acordo com a coordenadora-geral do Sinte-MED, Simea Aparecida Freitas, faz um ano que a universidade assinou o contrato com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e não promoveu nenhuma melhora. Além disso, outro ato está marcado para as 16h em frente da recepção do Hospital de Clínicas, próximo à escadaria do prédio da UFTM. Na ocasião, um documento com reivindicações da categoria será entregue tanto para o superintendente do hospital, Luiz Antônio Pertili Rodrigues de Resende, quanto ao reitor da universidade, Virmondes Rodrigues Júnior, pedindo solução para os problemas identificados pela entidade. Ela destaca que esse é um protesto contra a situação em que se encontra o hospital, por conta do caos que se instalou dentro da instituição desde o contrato que foi assinado com a Ebserh. “O hospital já sofria com o descaso do governo e das administrações, mas com a vinda dessa empresa parece que a situação piorou ainda mais. Tem um ano que o contrato foi assinado e infelizmente o hospital tem menos pessoas trabalhando, menos material, menos remédio, continua superlotado e, com a falta de pessoal, alguns leitos de enfermarias inclusive já foram fechados, porque não há um número suficiente de funcionários para atender. Algumas pessoas pediram demissão, principalmente funcionários da Funepu, e outras ainda estão indo trabalhar, mas muito desmotivadas, porque o concurso teve uma grande reprovação em Uberaba”, ressalta. A coordenadora alerta que a situação é tão crítica que no último domingo (12) apenas quatro técnicos de enfermagem trabalharam no pronto-socorro e somente outros dois em cada turno do berçário. Consequentemente, a situação leva os demais servidores à exaustão por excesso de trabalho e ao risco para os pacientes atendidos pela instituição.